Happiness Market: você monta o mercado, cria os bichos e chama caçadores contra os monstros
A única pessoa que avaliou o jogo no mundo faliu duas vezes, não decifrou metade dos ícones da tela — e voltou para jogar mais.
Um terror surreal em primeira pessoa em que caçar, esfolar e picar não é o susto — é a tarefa. Quem terminou saiu com perguntas, e com vontade de que durasse mais.
A única pessoa que avaliou o jogo no mundo faliu duas vezes, não decifrou metade dos ícones da tela — e voltou para jogar mais.
Um livro que sabe que você o está lendo deixa que você reescreva o fim — e a crítica mais afiada vem justamente de quem recomenda o jogo.
Um jogo cooperativo em que o enigma se resolve menos pela sua lógica do que pela sua paciência para descrever, a alguém que não vê a sua tela, o que está diante de você.
Feito por um estúdio de uma pessoa só, ele aposta tudo numa tarefa — curar bicho atrás de bicho — e é nela que quem relaxa e quem enjoa se separam.
Por baixo do desenho de livro infantil, tragédias enterradas nas relíquias — e um ritmo lento que divide até quem chegou ao fim.
Um horror de primeira pessoa sobre alucinações que se espalham e algo que se aproxima da Terra — com mais imagem para mostrar do que gente para contar como foi jogar.
10 jogos estão com janela aberta neste momento — a cobertura de matéria é parcial. Catálogo de grátis