STRAFTAT: o atirador de arena onde você ouve a respiração de quem te caça
Entre mais de 350 mapas e um elenco de jogadores apaixonado, a dúvida real é se você vai achar companhia na sala.
Jogos sem prazo: ficam até a loja tirar. Página 5 de 5.
Entre mais de 350 mapas e um elenco de jogadores apaixonado, a dúvida real é se você vai achar companhia na sala.
A caça ao assassino em grupo, dentro de óculos de realidade virtual, convence mesmo quem jogou uma única vez — o obstáculo real é reunir companheiros para a mesa.
Nascido em 2016 como piada do próprio gênero de fantasia, o jogo divide quem entra por dez minutos ao dia dos que voltam anos depois sem reconhecer o que veem.
Criado por quem assinou Magic: The Gathering e Ascension, o jogo segue recebendo sets e passes de batalha dois anos depois do lançamento — e quem jogou a versão anterior do título nem sempre reconhece a volta como uma evolução.
O jogo é curto e tosco por fora, mas o que mais divide os jogadores não é a pontaria — é o motivo pelo qual cada um chegou a ele.
Uma recriação do patch clássico 1.80 do gênero junta guerreiro, taoísta e mago numa caçada a equipamento que nunca termina, tocada por um estúdio sem site, só um grupo de bate-papo para suporte.
A loja promete fábricas automáticas que ainda não existem, e quem chegou no lançamento venceu rápido demais para sentir perigo algum.
Lançado em 2018 pela Innolabs, o atirador em equipe ainda lista mapas variados e um modo para jogar sem conexão como recursos pendentes, segundo a própria ficha do jogo.
A mesma paisagem que convence uma pessoa a recomendar o jogo é, pra outra, prova de que ele foi feito por uma máquina, não por um estúdio.
Um jogo de ação para um jogador só, que aposta tudo em dez chefes e numa espada emprestada de criaturas caídas, mantido por uma pessoa sozinha que não parou de ajustar o chefe mais odiado.
Um estúdio pequeno segue ajustando, deque a deque, a réplica da série — e quem recomenda de verdade quase sempre trouxe companhia para o passeio.
Um estúdio sozinho, uma crítica dura e a dúvida que atravessa o enredo: o que é visão, e o que é real.
A platéia que mais se diverte com o lado sombrio do jogo também avisa: isso não é brincadeira para criança.
Nascido de uma maratona de 72 horas em homenagem a Touhou, o atirador de trilho promete uma segunda pessoa ao seu lado — e é essa promessa que mais falha quando alguém tenta cobrá-la.
A Steam data o nascimento em 2015; o próprio mural do estúdio já comemorou quinze anos de queijo.
A lógica de sempre continua idêntica; o que muda é o desenho do tabuleiro — e é isso que separa quem gostou de quem achou o resultado raso demais.
Eleito o melhor jogo para celular no The Game Awards 2025, o simulador de corrida chegou ao computador carregando o mesmo sorteio de personagens — e as mesmas queixas — de quem já jogava no celular.
Entre quem passou poucas horas convencido pela escuridão do mundo e quem voltou, mais tarde, para apontar o que nunca foi terminado, o projeto divide opiniões sobre o mesmo cenário.
Dois jogadores dividem o mesmo castelo sem nunca dividir a mesma sala — e o enigma seguinte só se resolve se um confiar no que o outro descreve.
A mesma pergunta sobre pronome na criação do personagem fez um jogador fechar o jogo antes de chegar ao primeiro combate — e outro voltar para pedir mais opções.
Em dez minutos de jantar tenso sobre ser a filha mais velha, a crítica mais dura vem de quem quase recomendou o jogo.
Entre comer, dormir e trabalhar, um pequeno horror minimalista sobre rotina divide quem mal sente o tempo passar e quem acha o desfecho longo demais.
O rótulo promete uma viagem para dentro de si; a maioria de quem testou encontrou, sobretudo, um campo de tiro em realidade virtual.
Vinte minutos de quadrinho jogável que termina em gibi para imprimir — e a resenha que o dossiê registra diz que precisou de um guia para vencer algo que chama de fácil.
Tem mais jogo grátis do que matéria — o catálogo completo vive na página principal. Catálogo de grátis