
Relic Hunters Zero: Remix: sete caçadores contra o trono galáctico do Duque Ducan
Sem prazo: fica no catálogo até a loja tirar.
Resgatar na GOG ↗O resgate é na sua conta da loja; o Clairo não resgata por você.
A disponibilidade pode variar conforme a região.
É o remaster de um sucesso que já passou de 1 milhão de jogadores: tiro rápido, cooperativo no sofá — e uma repetição que os próprios fãs admitem sentir depois de destravar tudo.
O trono da galáxia é dos patos
Relic Hunters Zero: Remix é a versão remasterizada de um jogo que já passou de 1 milhão de jogadores. A história segue a mesma de sempre: na Asteroide Dungeon Nemesis, escondida numa parte distante da galáxia, ficam guardadas relíquias sagradas de poder — e o Duque Ducan, líder de um povo de patos ambicioso, quer todas elas para si, prometendo erguer seus súditos ao trono galáctico. Contra ele parte a tripulação da nave Spaceheart, um bando de sete caçadores de relíquias: Jimmy, Pinkyy, Ace, Panzer, Biu, Raff e Red, cada um com estatísticas, habilidades e visual próprios.
Você corre, atira e desvia sem parar, abatendo hordas de patos espaciais e tartarugas espaciais malignas pelos corredores da Asteroide. Modos diferentes mudam o ritmo da partida: a campanha clássica, dividida em doze fases com relíquias e itens para destravar; o modo sem fim, com economia e mecânicas próprias; e o modo tempestade, que empurra a dificuldade e o caos para cima aos poucos. Todo dia surge um desafio igual para todo mundo, medindo quem se sai melhor na Asteroide — e dá para chamar alguém para o sofá, já que até duas pessoas jogam lado a lado na mesma tela. Comandantes Ducan mais fortes aparecem como chefes pelo caminho, parte do arsenal veio de armas desenhadas pela própria comunidade de jogadores, e uma trilha eletrônica de sonoridade retrô acompanha o ritmo da pancadaria.
Quem assina é o estúdio Rogue Snail — o mesmo de Chroma Squad e Knights of Pen & Paper —, com distribuição da Akupara Games. A versão Remix chegou em 3 de julho de 2023, catalogada como tiro, ação e tática, e a loja ainda a lista como em acesso antecipado.

Elogiado por ser rápido, cobrado por ser curto
A régua de notas na loja aponta aprovação real, mas não unânime — e é fácil entender o motivo assim que você começa a jogar: o tiroteio é rápido e vicia depressa. Em outubro de 2024, uma resenha comparou a receita aos clássicos de fliperama do início dos anos 80, do tipo correr por uma sala atirando em hordas de inimigos, e deu nota máxima. Uma resenha de maio de 2026 elogiou o quanto é fácil aprender e dominar o jogo, com bastante personalização de personagens. Em junho do mesmo ano, um terceiro jogador destacou a variedade entre o combate à distância e o corpo a corpo. Já quem escreveu em 5 de novembro de 2025 notou uma pontaria própria e um sistema de recompensas fora do que esperava de outros jogos do gênero, elogiou o visual com ecos do estilo SNES e achou os tiros satisfatórios — precisou de poucos minutos para se acostumar.
Há limite para essa concordância. A mesma resenha de outubro de 2024 admite que o visual é tosco, que a trilha e os efeitos sonoros não convencem, e que a repetição aparece cedo: destravado tudo o que há para destravar, sobra pouco motivo para continuar jogando. Outra, de 2 de novembro de 2025, sente falta de uma versão para Unix como a que existe na loja Steam.
Para quem tem companhia por perto
Relic Hunters Zero: Remix rende uma tarde inteira ao lado de alguém, trocando tiro por tiro contra as hordas de patos da Asteroide: o cooperativo funciona porque é local, e pede a segunda pessoa ao lado, no mesmo sofá — não numa sala de jogo online. Jogando sozinho e atrás de uma campanha longa, você esbarra no mesmo limite que o time de fãs já apontou: destravado o que há para destravar, o motivo de continuar jogando também acaba. É um jogo de sessão curta e companhia por perto, não um jogo para meses.