Construction Simulator 3: a cabine licenciada que cabe no bolso
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Um simulador de máquinas reais que também simula outra coisa: crescer uma empresa sozinho, contrato a contrato, sem sócio nenhum no canteiro.
Uma cabine licenciada dentro do bolso
Você assume o comando do Liebherr LB 28, equipamento novo desta versão feito para erguer pontes, e a visão que se abre dali é o que o jogo chama de visão imersiva de cabine — o tipo de recurso que normalmente pede um computador de mesa, encaixado aqui num aplicativo de celular.
A cidade se chama Neustein, e o mapa se divide em três bairros — uma vila, uma área industrial e um núcleo urbano moderno — espalhados por dez quilômetros quadrados. Ali circulam mais de cinquenta veículos licenciados de marcas reais como Caterpillar, CASE e Bobcat. São mais de setenta contratos para assumir, da pavimentação de estradas à construção e reforma de casas — cada um abrindo caminho para o próximo veículo.
O jogo é feito pelo estúdio Astragon e distribuído pela StoreRider. Chegou em 18 de junho de 2026, sequência direta de Construction Simulator 2.
Sozinho na cabine, sozinho na empresa
A própria ficha classifica o jogo como simulação, exploração e construção de cidade, sempre para um jogador. Quem gosta de tocar uma obra sozinho — veículo por veículo, contrato por contrato, decidindo cada equipamento erguido sem prestar contas a ninguém — encontra em Construction Simulator 3 isso, sem meio-termo. Já quem procura um sócio para dividir o canteiro não vai achar essa peça na ficha: aqui a empresa cresce, e o horizonte de Neustein muda, por conta de uma pessoa só.