Deadshot: o atirador retrô que vence a própria fama de jogo pequeno
Não está mais sendo dado · voltou a custar US$ 4,99
Ver na loja ↗Esta página fica de registro do que já foi dado.
A disponibilidade pode variar conforme a região.
Feito e publicado pela mesma equipe pequena, o atirador de mutantes é para uma pessoa só, sem cooperativo — e conquista quem abriu a ficha desconfiado.
A ficha que desconfia de si mesma
A ficha de Deadshot é a primeira coisa que joga contra ele: nome pouco conhecido, e a v0lt aparece ao mesmo tempo como estúdio e como distribuidora, sem editora por trás para dar chancela. Foi essa desconfiança que um dos jogadores relatou ter carregado consigo — resolvida só depois de jogar. O jogo estreou em 18 de setembro de 2024.
A premissa acorda o jogador como soldado, no meio de um apocalipse que virou todo mundo em mutante da noite para o dia, sem explicação alguma — e a explicação é o que se busca enquanto se atira, atravessando túneis, laboratórios, prédios e depósitos em busca de itens que abrem caminho. A campanha soma três capítulos, com seis fases cada. A trilha é assinada por três nomes creditados na loja: White Eyes, Noxtromo e Torturerr.
Quem duvidou ficou para outra partida
O que se repete entre quem jogou é a mesma virada: a ficha modesta prometia pouco, e a partida entregou mais rápido do que a desconfiança resistia. Foi o que aconteceu com quem chegou com 5 horas registradas, em setembro de 2025 — desconfiado da equipe pequena e do nome desconhecido no início, elogiando o ritmo e a trilha sonora no fim.
Você não precisa decorar padrão nenhum para avançar, e isso também virou elogio: quem fechou a campanha com 12 horas no relógio, em outubro de 2024, chamou a simplicidade dos inimigos de descanso bem-vindo e ainda saiu comentando uma piada que o próprio estúdio escondeu sobre o processo de fazer o jogo.
Nem tudo é elogio sem ressalva: quem registrou 3 horas viu o jogo travar ao carregar uma fase nova, e quem topou o desafio com 1 hora achou a trilha sonora agressiva demais para o próprio gosto — ainda que tenha elogiado uma dificuldade fácil de aprender e difícil de dominar. Mesmo com essas farpas, o grupo que jogou é pequeno, e quem passa por ele na Steam, onde o jogo é vendido, sai recomendando.
Para quem joga sozinho e não liga para o roteiro
Quem entra atrás de roteiro sai cedo: mesmo quem recomenda o jogo classifica o enredo como fraco e linear, e a recompensa não mora ali. É o gatilho que segura — o ritmo de fase em fase, o inimigo que aparece rápido demais para pensar, sem exigir repetir a mesma sala várias vezes para decorar o padrão certo.
É experiência para jogar sozinho: sem cooperativo, sem alguém do outro lado dividindo a caçada aos mutantes. Funciona também no controle, com suporte direto a DualSense e DualShock 4, o que empurra o jogo pro sofá para quem prefere — mas continua sendo uma pessoa só contra o apocalipse, do início ao fim.
A dúvida mora na ficha, não na partida. Quem chega desconfiado da equipe pequena costuma sair jogando de novo; quem chega atrás de uma história para lembrar, essa dúvida nunca se resolve.